As Ruínas do Tempo:
Nos atacaram sem dó
Não sabíamos para onde correr
Não sabíamos se poderíamos nos esconder
Pelas parede eles podíam nos ver
Eu temia que nosso medo poderia vir a crescer
Eu temía que do nosso templo teríamos de fugir e,renascer.
Eles eram sombras e estávamos no claro
Nos enxergavam como falcões caçando coelhos
Nos viam correndo como pequenas formigas na toca,na fazenda,no boeiro
Não me vêm a cabeça o que eram,nem como eram
Sei que apesar de pouco numerosos atacavam como se não houvesse amanhã
Deixando para traz,ruínas de um tempo que se perdeu com o tempo
Os Cultos Perdidos:
Anos após termos sido atacados voltei ao templo
Retornei ao tempo do que seria as raízes do sustento
Na sala onde encontrava-se o conhecimento
Achei as folhas que pareciam terem sido esquecidas
Desaparecidas ao vento,o tempo lhes guardou
Com contento as achei e as levei
Para um abrigo onde,as estudei
E reconciliei a paz entre o elo perdido
A maldição de Youkhta:
O achei ao chão
O achei ao vento
Achei- sem vontade de viver
Lhe vi com vontade de morrer
Não sei ao certo porque
Ele estava pálido,gélido
Pele fria,mente quente
Falou-me que uma gente que chegara
Deixou-lhe uma maldição que descenderá
Uma maldição que nunca acabará
Youkhta,não se preocupe
Seu ódio aqui irá acabar...
Num momento apenas,lhe cala o corpo
A mente... a vida.